AVANÇOS DO SISTEMA FOTOVOLTAICO NO BRASIL

Figura 1: Sistema fotovoltaico integrado ao telhado

Até poucos anos atrás, a estrutura do sistema energético brasileiro era centralizada, ou seja, os consumidores dependiam, quase que exclusivamente, das companhias de geração de energia hidrelétrica, resultando em um estrangulamento de oferta devido a grande demanda. Diante disso, houve um esforço dos órgãos governamentais para regulamentar a geração distribuída de energia elétrica, e assim, abrir as portas para a diversificação e descentralização do setor.

Esse esforço resultou na criação da “Resolução Normativa 482/2012”, pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), em abril de 2012, que aprova o uso de sistemas de geração de energia elétrica conectados às redes de distribuição. O novo marco regulatório permite que os pequenos produtores de energia ganhem créditos em suas contas de luz quando a produção excede o consumo, o que torna vantajoso devido ao fato dos preços da eletricidade no Brasil estarem entre os mais altos do mundo. Este regulamento é especialmente promissor para tecnologias fotovoltaicas, que geram energia elétrica através da luminosidade do Sol, visto que os pequenos sistemas podem ser instalados nos telhados das residências e comércios e facilmente conectados à rede. Além disso, a combinação de um ambiente regulatório a longo prazo e uma elevada radiação solar no território nacional, preparam o caminho para o avanço da produção de eletricidade fotovoltaica.

Em uma audiência pública realizada pela ANEEL em novembro de 2015, foi aprovada a Resolução Normativa nº 687/2015, que altera a Resolução Normativa nº 482/2012. Em suma, a ANEEL tornou mais fácil para pessoas e empresas gerar energia própria a partir de fontes renováveis. Veja quais foram as principais mudanças:

• Passa a ser considerado como minigeração a geração de até 75 kW de potência instalada. E para minigeração, até 5 MW;

• Os créditos gerados poderão ser compensados em um prazo de até 60 meses;

• Redução do prazo de processamento de pedidos de acesso pelas empresas de distribuição de eletricidade;

• Padronização de formulários de inscrição de acesso para todo o território nacional;

• O consumidor que possui outras instalações em seu CPF, poderá utilizar os créditos excedentes para compensar nessas unidades, modalidade denominada como “autoconsumo remoto”;

• Passa a ser possível a geração compartilhada, cujo objetivo é permitir que partes interessadas se unam em um consórcio ou cooperativa, e instalem um sistema de micro ou minigeração distribuída, visando a produção própria de energia, e compensada em forma de cotas entre as partes associadas.

A Resolução Normativa 687/2015 procura incentivar um consumo mais sustentável ao estabelecer novos limites de energia para micro e minigeração, e possibilitar a geração compartilhada. O mercado também é favorecido, pois permite criar novos negócios e, com isso, novas oportunidades de emprego. O Gráfico 1 demonstra o crescimento do número de instalações fotovoltaicas conectadas à rede de distribuição:

Crescimento dos sistemas fotovoltaicas no Brasil

Gráfico 1: Crescimento dos sistemas fotovoltaicas no Brasil

 

A Solar Fonte é uma empresa que não deixou esta oportunidade passar, e uniu a sua expertise em engenharia civil e elétrica com as boas práticas de comércio, formando um modelo inteligente de negócio que garante ao consumidor a qualidade nos produtos e serviços prestados, além das melhores condições econômicas para a viabilidade financeira dos projetos.

Antes da Resolução Normativa 482/2012, a Solar Fonte já executava projetos de engenharia, e alguns deles estavam voltados para sistemas fotovoltaicos não conectados à rede, conhecidos como off-grid. Em 2015, a empresa passou a focar seus negócios nos sistemas conectados à rede, ou seja, on-grid, já regulamentados no Brasil. Desde então, mais de 100 clientes possuem sua própria geração de energia elétrica através dos sistemas fotovoltaicos criados pela Solar Fonte, e esse número aumenta cada vez mais.

Esse avanço é resultado da responsabilidade que a empresa trata os seus negócios, a começar pela elaboração de uma proposta comercial detalhada e mais próxima do consumo real do cliente, passando pela qualidade na execução dos projetos, até após a entrega do sistema, dando a atenção que o consumidor merece no monitoramento e manutenção da sua geração. Ou seja, a Solar Fonte entrega soluções completas e inovadoras, detectando as necessidades do cliente e buscando junto com ele as melhores soluções. Foi assim que a empresa ampliou o seu alcance, fornecendo também:

• Projetos elétricos;

• Sistemas de aquecimento solar para produção de água quente, tanto para piscinas, quanto para consumo próprio;

• E sistemas de sanitização e desinfecção de alimentos, piscinas e ambientes através de geradores de ozônio.

A nova política para as fontes alternativas de energia no Brasil está em constante análise para ser melhorada, assim também é a Solar Fonte, uma empresa que busca sempre se aprimorar para melhor atender o mercado.

 

Referências Bibliográficas

Portal de Publicações da ANEEL. Resolução Normativa nº 482, de 17 de abril de 2012. Disponível em <http://www2.aneel.gov.br/cedoc/ren2012482.pdf> Acesso em 16 de janeiro de 2018

Portal de Publicações da ANEEL. Resolução Normativa nº 687, de 24 de novembro de 2015. Disponível em <http://www2.aneel.gov.br/cedoc/ren2012482.pdf> Acesso em 16 de janeiro de 2018

Relatório Estatístico REN21. Renewables 2017 Global Status Report; Disponível em: <http://www.ren21.net/wp-content/uploads/2017/06/17-8399_GSR_2017_Full_Re... > Acesso em 16 de janeiro de 2018.

Artigo jornalístico da PV-TECH. Brazil’s ‘historic’ net metering revision comes into force, de 01 de março de 2016. Disponível em < https://www.pv-tech.org/news/brazils-historic-net-metering-revision-come... Acesso em 17 de janeiro de 2018